20081024
Designers para Obama
20081022
20081021
My favorite's favorites chapter I - BECK
Eu quero é Beck in POA NOW!.
Auauau, pro Beck eu pago pau!
20081018
20081013
Sobre a vida num mundo líquido-moderno

Separei esses dois trechos a segurir, antes, mas Bauman fala de cidades, de planejamento urbano, ao falar de cultura, ao falr de individuo. É a hermeneutica, a leveza da hermeneutica, que desapegada de todo o peso intelectual de séculos mundos que já passaram, pode usar a inteligência que chegou até aqui graças a todo esse acumulo de conceitos, pra exercer sua estratégia mental, e menos bibliografia.
Ana Arendt in b.p78
“Na atitude básica do indivíduo moderno, que, em sua alienação em relação ao mundo, só pode realmente revelar-se ma privacidade e intimidade dos encontros face a face”.
Zygmunt Bauman
O estado vira o agente. Honestos corretores das necessidades(leia-se pressões) do mercado. A cultura é gerenciada para o indivíduo, consumidor, suas necessidade
20081011
INTELECTUAL, CHEGOU A SUA HORA!

A crise financeira atual é a tragédia mais anunciada pela mídia em toda história, depois do colapso ambiental. Há anos se lê sobre "bolha imobiária", mas a economia seguia em ritmo acelerado, desgovernada. Muito se usa a metáfora da locomotiva na economia, os Estados Unidos sendo o carro a puxar os outros vagões. Acho que dentro dessa locomotiva há um bando de diferentes nacionalidades e aptidões, e de dentro dos outros vagões tentam escapar diferentes pessoas, no seu geral quem tenta pensar. O resto é estagiário ou passageiro.
Corretores da bolsa, donos de banco, traficantes de droga que enriquecem alimentando esse frenesi, advogados que usam a justiça a favor do seu cliente, e mais o resto da humanidade que crê no bem, ou não. Todos estamos nesse trem. Todos vítimas. Se podem explicar por diferentes metáforas e linguagens as origens do colapso do dinheiro virtual, mas o que ninguém consegue explicar é como não se pôde mudar a trajetória do trem, barco, sistema, em direção ao desfiladeiro.
Acho que teve muita gente que se preparou bem, entre perdas e ganhos, algo garantiu. Mas muitos desavisados, em um sistema social que aboliu a reflexão, agora se pergunta, o que acontece. Mas tem algo de patético nisso, como se assistíssimos um "tele catch" uma luta livre fake, aquelas de mascarados, acreditando no embate.
Sob o rótulo de "burrocracia" sistemas complexos de regulamentação foram abolidos. Em seu lugar, a liberdade. Pois bem, encurtando o assunto. Agora que nem os economistas sabem o que está acontecendo, e o que vai acontecer, chegou a hora dos INTELECTUAIS!!
Dedicados, SÉRIOS, profundos mas também versáteis, eles não vão salvar o mundo de nada, mas podem tranquilizar muito com todos seus sinônimos para sintomas, ao descobrirmos que, mais uma vez, o mundo não acabou, só ficou diferente.
Então vamos tentar aproveitar as características desse "diferente" primeiro por falar sobre ele.
Alguém se arrisca a começar?
Intelectual, não tenha medo de ser um.
20081008
Cornelius:
Esse japonês é muito cool.
Clique e vai! Cornelius: Sensurround: MusicSensurround is the visual component to 2007's Sensuous(Everloving). Collaborators include Tsujikawa Kochiro, Japanese art/design collective Groovisions & Takagi Masakatsu, who together produce vivid and captivating complements to the album.DVD available at the Everlovi
20081005
Pulp Friction # 69 - Edição "Eu te amo, porra!"
RELEASE NÃO OFICIAL E PESSOALSábado que vem volta a lenda viva da noite de Porto Alegre.
Pulp Friction no Ocidente Sábado, dia 11.
Celebrando a abertura do Festival Cine Esquema Novo
a Pulp faz uma homenagem odarismo, ao bem estar bem Brasil. No som e no telão o melhor dos embalos do nossos animados e "tristes" trópicos. Yog, Dregus, Lio e Rafones, o agora Quarteto Frictástico se revezam na missão deliciosa.
No Ox, rock pra quem pede, e pede mais, e mais...Sugestões nos comments, plis.
20080925
Semana Farroupilha 2008
20080924
LA QUESTION HUMAINE AVEC MATHIEU AMALRIC
Uma ótima resenha da Tatiana Monassa
20080923

Rare grooves, etnobeats, roquinhos, pancadão, classic disco, space mambo...
THAT'S PULP!
Sexta, 26/09, a partir da meia-noite no clubinho-delícia da Independência, o Cabaret do Beco.
Discotecagem do balançante Trio Frictura (Dregus, Rafones & Lio)
e do querido pulpilo Yog Mars (el sexy barbudón).
Convidados especiais: Funk Soul Brothers (100% black music).
Hostess: Miss Giroflai.
Ingressos: R$15 no local, ou R$10 na lista amiga:
http://www.orkut.com.br/
Do it again...
O quê? PULP CABARET
Sexta, 26/10
Onde? Cabaret do Beco (Independência, 590)
Quanto? R$15
Como? Superbad! Hu-ha!
20080918
Cegueira, um ensaio sobre.

Tenho grande respeito pelo Fernando Meirelles. Típico self-made- man brasileiro, chegou lá pela inteligência, não por bajulação ou por política, mas por muito talento e trabalho, depois de ralar na tv, na publicidade, pelo que faço, imagino algumas que passou(um audiovisual...). Bem, na publicidade aprendeu a filmar bonito, a fazer a inteligência verter pelo melhor enquadramento, e também a ser dinâmico, aproveitando cada frame de seus poucos segundos para comunicar um conceito. Aprendeu também a usar referências. Impossibilitados de imaginar, face às inúmeras possibilidades visuais com que contam os clientes e criadores, é mais fácil concordar acerca de uma imagem. É o famoso "desenha que sou surfista" que um dia já falei aqui sobre e ainda vou falar mais, já que é uma questão importantíssima na arte e na publicidade atual.
Bem. Aí o Meirelles resolveu fazer filmes. E se deu bem, muito bem. Se o primeiro, "Domésticas" passou meio batido, mas já mostrava todo domínio da linguagem, "Cidade de Deus" ainda dispensa comentários, vamos poder falar mal desse filme daqui uns 3 anos, mas ainda não dá. Ele simplesmente quebrou paradigmas. Subverteu a equação cinema de pobre = cinema pobre, adaptou um livro bom fazendo um filme bom e conseguiu dar ao cinema a intensidade que os filmes publicitários experimentaram nesse começo de século.
Mas com Saramago não se brinca...
O Escritor português emprestou sua inteligência à muita gente, que ficava com um QI superior só ao levar o livro em baixo do braço, ou até na praia. Mas de fato ele deixa a gente mais inteligente, porque sua escrita é uma verdadeira luta pela preservação da mente erudita, não pela vaidade acadêmica, mas porque vivemos num mar de palavras do qual o significado nos escapa, usamos muito e mal. Com Saramago refletimos o porque de falarmos como falamos, de pensar e agir como fazemos. Ele pára a rodinha redundante e automática do ratinho da nossa mente, faz da reflexão uma bênção, acima das ideologias e das paixões.
Pois bem. Ele é frio. Quem se emociona ou não é quem lê o surrealismo da vida, através das metáforas que ele nos apresenta. Cegueira universal, a morte que entra em greve, um pedaço de terra que se desprende do continente. São pra pensar...
Em um filme, o jogo é outro.
Blindness, do Meirelles, respeita o tom grave do livro. E só. Transforma o surrealismo da situação-tema do filme, a cegueira coletiva, em um filme de terror. Claro que foi essa a sacada do filme: "Porrrrrra meu, esse filme dá um puuuuta filme de terror!" O problema é que num mundo de Saramago, de Revista Bravo, de Ilustrada, isso não pega bem. Então começam os pecados.
Vou enumerar o que senti, porque me alonguei na conversa:
1. O livro é frio, o filme não, ele implora e escorre compaixão e humanidade.
2. Os personagens principais no livro agem condicionados aos fatos. No filme, isso fica insuportável, e quando há uma revolta com a situação, um problema de casal se sobrepõe à uma revolta. DR.
3. O problema da cena do estupro não é a cena em si, mas a absurda resignação com que as mulheres se submetem, no livro fica mais explícito, apesar de implícito(...), a pressão dos seus homens para que o fizessem, metáfora...
4. A trilha tem momentos constrangedores. Uakti me gerou expectativa, mas talvez, as referências encobriram a intenção da cena.
5. Em vários momentos eu me sentia assistindo um documentário sobre a vida, encomendado pelo Banco Real. Tão humano que fica fake.
6. Os offs, ai os offs. Um amigo uma vez me deu um conselho para a vida toda: evite os offs rafa. Eles subestimam o espectador e o próprio diretor. Tudo bem que é o Danny Glover, mas nem que fosse o Pereio!
7. O elenco multiculti. Que coisa mais anos 2000, multiculturalismo...Não dá. O mundo é de guetos que se cruzam, mas sua convivência é negociada. Das diferenças se vêem as identidades. Sem diferenças, são só olhos mais puxados ou menos, e uma língua diferente. Não basta pra compor um personagem, ele ter uma etnia diferente. Só em filmes publicitários.
8. Se em Saramago questionamos as palavras, em Meirelles somos expostos a imagens que na nossa imaginação podem passar, mas na tela, para todos, incomoda, não questiona. Cai no óbvio. O mau com cara de mau, cachorros comendo visceras de uma criança NÃO PRECISAVA.
Pois é, o filme foi montado a partir de muitas referências, muitas sacadas, uma ótima fotografia, uma arte forçada, mas coerente...Bem tens uma apresentação, mas não uma obra. Insuficiente e até prejudicado pela natural expectativa que criou. Não é filmão, nem que quisesse. FIcou no meio do caminho entre a sutileza e o pulso forte
É tão perigosa a adaptação, que sai do cinema precisando urgentemente ler Saramago, porque fiquei desconfiando até da obra desse bom velhinho que gosto muito. Não teria eu me deixado levar pela aura dele? Que se tirarmos isto, sobra uma obra prolixa e panfletária?
Acreditem, fiquei em dúvida, vou ter que ler.
Dica:
Para quem vai ver o filme. Se ficar muito chocado com a podridão humana nas cenas do asilo se confortem: já não precisarão conhecer o nosso infame, interditado e ainda funcionando PRESÍDIO CENTRAL DE PORTO ALEGRE( Bah meu, isso é que seria filme de terror...)
Legal
Acompanhem as agruras existenciais e sinceras de Fernando Meirelles em Blindness, o blog:
http://blogdeblindness.blogspot.com/
20080914
Travel IQ Challenge: Joguinho legal.
http://www.travelpod.com/traveler-iq/game1
20080913
17 setembro 21: 50 as 22h
20080911
COnstrução do templo budista em Três Coroas
20080907
INDEED FANTASTIC MUSIC VIDEOS
http://ifmv.blogspot.com/
20080906
CERTO ou INTERESSANTE
Dave Trott, sobre o dilema entre o “certo” e o “interessante”:
“I always tell students they will usually have to make a choice.
On the one hand: being right, but dull.
On the other hand: being wrong, but interesting.
So which should they choose?
I say go for interesting every time.
Why doesn’t most advertising work?
Because it’s ‘right’.
It’s been debated, discussed, argued, briefed, researched, debriefed, rebriefed, until it’s ‘right’.
And that’s the problem: it’s right.
It’s not interesting.
It’s not interesting, so no one notices it.
No one notices it so no one remembers it.
No one remembers it so it doesn’t work.”
20080903
Na primeira sexta do mês a MARMOTA volta ao PORÃO DO BECO!O que ela encontra? Gente jovem, bonita e maluca, os 3 tiozinhos safados do TRIO FRICTURA (Rafones, Dreguz e LIO) e os amigos da vez:Bruno (CAUBY) Suman e a banda ALCALÓIDES e seus pu-pu-punk rocks divertidos.
É dia 05 de setembro no PORÃO DO BECO, SEXTA, 23h, ingressos a 12 reais.