20070312

PULP FRICTION

ÊTA FESTINHA DANADA! Foi uma loucura a última no Ocidente. Umas 600 pessoas entre 2 pistas, que fidcaram cheias, me pergunto como é a Balonê que põe 900. Fica chato de tão cheio, é claro. Solução à vista: aumentar o preço. Isso somado ao fato de termos que fechar o Mezzanino aos convidados CLARO que vai provocar uma reação negativa, eis a questão: pra melhorar tem que elitizar?
Acho que sim. Acabei de sair de uma experiência finaceiramente traumatizante, como o MOSH. Ingresso barato, cerveja barata, e muitas vezes pouca gente. Nunca sobrava dinheiro, só reclamações, do ar condicionado, dos banheiros, da luz, do som...Tudo que só pode melhorar com dinheiro. Mas daí elitiza!
Então, as pessoas tem preocupações "elitizantes" e um discurso democrático. É, Brasil, deve ser. Ninguém quer pagar caro pra musico, dj ou o que for, mas quer qualidade! Como é que o cara vai investir em cd's(tudo bem, a maioria baixa, mas pra isso precisa tempo tb e tempo é...) músico tem que ensaiar, comprar instrumento, ampli, corda...Um jogo de cordas de baixo chega a mais de 100 reais. Mais ou menos o que dá pra oferecer pra o show de uma banda.
E por aí vai. O Ocidente só se for menos gente, mas se todos querem ir? Tem que cobrar mais, até porque é sinal de valorização da festa, que há 3 anos não aumenta o preço. Vai ter que ser assim...
No mais foi muito legal ver todos os cartazes da PULP colados um do lado do outro, ver a passagem do tempo e reconhecer em alguns cartazes, momentos diferentes da vida. Clçaro que no final já tinham arrancado metade. Tinha um casal se esfregando neles... Literalmente uma Pulp Friction... A banda também foi super bem, Les Responsables, com ótimos músicos capitaneados pelo francês Erwann, um ator e tanto! Destaque pra o som do Mateus, Virgínia e Diego Cartier. Não curti muito o som principal, só toquei bem tarde, aí pelas 5...mas não vi o pessoal dançando muito. talvez tenha sido falta de espaço...