20070426

De volta ao Cabaret, pra tocar, solamente, tocar.
TRIO FRICTURA BACK IN FULL EFFECT
SÁBADO, 23HS, 12 PILAS CABARET DO BECO!!!

Dia Logos

Não sou nada sem um interlocutor.
Meu diálogo cerebral não funciona, não adianta, não sonsigo me perguntar e me responder, acabo achando que não sei nada. Daí quando converso com alguém inteligente, acordo, e é engraçado. Ouço frases incrivelmente cabeças saindo da minha boca sem controle, com o Léo, o Dudu, o Murilo e o Dani acontece. Eu falo coisas que não consigo reproduzir depois, aqui seria um bom espaço, mas não acontece. Vou tentar, vou tentar...

Falávamos de como o BABEL é piegas, forçado, e é, aquela cena no mexico é tudo o que o esteriotipo pode ser, óbvio, sem vergonha e constrangedor e pensei, mas é como se fossem as cores do diretor, berrantes. E todas histórias tem um fundo de representação mítica de apstectos específicos da experiência humana, como os gregos, um cinemitologia. O que variam são justamente o tipo de "cores" mais fortes ou mais sutis, mas em todos os casos estamos presos nessa forma-conteúdo "senta que lá vem história". à excessão de David Linch, por exemplo que faz filme pra confundir, pra buscar sensações. O engraçado é ver críticos e publico tateando o significado disso, e Linch se divertindo através de sua visão infra-vermelho do diabo!

20070423

A dignidade de MARIA BRAUN. Eu só conhecia o QUERELLE, mas fiquei curioso conversando com o Xuxu e o leo sobre Fassbinder. Ele é muito elegante, fino, inteligente, corajoso, ousado e toda a cornucópia de elogios qeu um novo fã poode despejar. Mas se não sou bom pra criticar, sou pra aconselhar, veja esse filme, e pense na vida, nas suas dificuldades e nos tempos que vivemos.
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Tudo muito fácil e já conquistado, a poesia fica muda, brega e cega de um olho.
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Ou se vive