Não sou nada sem um interlocutor.
Meu diálogo cerebral não funciona, não adianta, não sonsigo me perguntar e me responder, acabo achando que não sei nada. Daí quando converso com alguém inteligente, acordo, e é engraçado. Ouço frases incrivelmente cabeças saindo da minha boca sem controle, com o Léo, o Dudu, o Murilo e o Dani acontece. Eu falo coisas que não consigo reproduzir depois, aqui seria um bom espaço, mas não acontece. Vou tentar, vou tentar...
Falávamos de como o BABEL é piegas, forçado, e é, aquela cena no mexico é tudo o que o esteriotipo pode ser, óbvio, sem vergonha e constrangedor e pensei, mas é como se fossem as cores do diretor, berrantes. E todas histórias tem um fundo de representação mítica de apstectos específicos da experiência humana, como os gregos, um cinemitologia. O que variam são justamente o tipo de "cores" mais fortes ou mais sutis, mas em todos os casos estamos presos nessa forma-conteúdo "senta que lá vem história". à excessão de David Linch, por exemplo que faz filme pra confundir, pra buscar sensações. O engraçado é ver críticos e publico tateando o significado disso, e Linch se divertindo através de sua visão infra-vermelho do diabo!