20090629
A Day in the Life: Neil Young and...Macca!
20090618
Interface Humana
Hi from Multitouch Barcelona on Vimeo.
20090611
20090603
Fly Fail
Mas nesse caso, eu voaria em Boings, just in case.
Agora, falar em Lost, muito se falou. E nessa semana, do frio também. As pessoas falam, ora.
Quedas
E outras notícias complementares
Respostas enquanto diretor de comerciais.
O diretor de cena é o chef de cousine de um restaurante. O cliente sabe o que quer ver, ele não pede Xis na esperança de receber Y, mas ele quer que o seu X seja feito com os melhores ingredientes, no caso atuação, fotografia, montagem e que sim, tenha um tempero especial, algo que ele não sabe explicar mas que faz a soma de todos ingredientes algo mais do que apenas o que ele espera. Cabe ao diretor cuidar da idéia(pedido) ao escolher, repassar o briefing e julgar o que é melhor para essa idéia. Nesse sentido ele tem a liberdade, mas é uma liberdade de atuação mais do que criação, prque o diretor de cena não tem a mesma convivência que a agência tem com o cliente, não pode saber tanto da cultura do cliente. Assim, o melhor é saber ouvir, saber interpretar e se impor para passar confiança, de que o prato do cliente foi pedido a um Chef de cousine, e não a um cozinheiro qualquer.
2. Qual a importância e/ou dificuldades que o Diretor de cena tem, especificamente, na criação do filme publicitário? Como ele gerencia esta transposição do que tá no papel para a realidade?
maior dificuldade é poder passar toda a cultura do cliente, todas suas referências e paixões e expectativas em 30 segundo, no máximo um minuto. Como raros clientes tem a percepção conceitual apurada, um entendimento intelectual geral do seu negócio, ele tenta se cercar de todos os detalhes e frases de efeito possíveis. Assim acabamos vendo muitas vezes algo como aqueles anuncios de radio na Radio Guaíba, uma voz padrão repetindo diferentes frases. Não tem uma personalidade, é um "briefing" filmado. Isso é muito difícil para o diretor, porque ele não depende só do seu trabalho, e tudo que escapa ao seu controle é difícil de administrar. Depende do atendimento da conta, depende do diretor de criação(que é bom sempre estar ao seu lado) depende do atendimento da produtora. Enfim, depende de outras percepções. Atores, crianças, animais, efeitos, multidões...isso é só diversão.
3. Como tu vê a questão do cinema inspirar a publicidade? E tu acha que é um caminho de uma mão só ou a publicidade pode inspirar o cinema também?
O cinema isnpirando a publicidade é uma coisa relativamente recente. A publicidade começou, e até os anos 70 sempre teve uma lingagem própria e muito direta, porque o públlico para consumia sabão e o argumento podia ser simples. É porque limpa e é pra toda família. Mas com o desenvolvimento da televisao e uma certa decadencia do cinema, as pessoas passaram a consumir mais cinema em casa mesmo, e aí os comerciais apareciam entre cenas do filme. O argumento mais direto acabou parecendo mais óbvio e menos interessante. Assim a publicidade começou a se mesclar com o cinema na televisão. E isso segue até hoje. Isso é uma teoria minha.
4. Qual a tua opinião sobre a utilização de referências? Como tu trabalha com as referências que utiliza nos teus trabalhos?
As referências são facas de 2 gumes. Ao mesmo tempo que dão mais visões além do próprio repertório visual(e que não se dispensa, é usado na própria busca de refrências), as refs também podem engessar um trabalho. Se elas não são adaptadas podem deixar o trabalho sem alma, e isso fica bem evidente, porque 90% das referências que usamos não são brasileiras, tem sempre uma cor de margarina americana. Então tem que cuidar pra transpor, traduzir, tentando manter a "melodia"da idéia visual. Geralmente começamos pela descrição óbvia da cena, por exemplo: menina brincando com cachorro, procuramos no getty images ou no corbis, os sites mais usados. Aí das milhares de coisas que aparecem, vai se selecionando o que tem mais a ver em foto(luz e cor), acting e arte. Pode-se pesquisar em filmes também, que são bons porque não tem aquela coisa mais posada, mais óbvias na relação com a camera. Não são apenas "pessoas sorrindo".
5. Tu teria receio de utilizar alguma referência de sucesso (por exemplo, efeitos matrix hehe) num filme teu? Até onde te preocupa a questão da utilização de referências?
Eu tenho receio se é alguma coisa gratuíta, que não acresente nada ou não tenha nada a ver com o produto. Aí ela adquire uma visibilidade negativa, e por mais bem feita que seja, nunca vai ficar igual(é sempre menos tempo, pessoas e orçamento que o original). Por outro lado, se tem tudo a ver com o produto, pode até não ser perfeita, que funciona.
Era isso,
aquele abraço
20090522
20090521
Levando o cachoro ou dando uma volta.
eu
ou ele me leva.
Lá vou
ele
ou lá ele me leva.
Lá vem
ele ou lá fui
eu
levar.
20090519
Esquinas
Quem vê da esquina, vê passando ao largo desse encontro.
Mesmo quando só espera, espera o que há de encontro nessa esquina.
Já está nela, um lugar próprio, ocupando o seu espaço nesse encontro.
De todos os lados. Uma esquina, muitos lados.
20090514
Momento blog das antigas #2
Da experiência com as muletas, bom notar a gentileza das pessoas, as dificuldades de quem usa e a importância de um joelho saudável.
Mais um tempinho de bengalinha(charmosa) e fisioterapia(saudável).
20090508
So Fucking disco - Considere tocada amanhã
![]() | Pase Rock - So Fucking Disco | ![]() |
| ||
![]() | Found at bee mp3 search engine | ![]() |
Antroproducentrismo#2: Urro + Jupiter(free your mind and your idol will follow)
É o som tá cachorro, parece improviso e é. Eu tocava nessa banda com meu irmão, que aparece no video Rose's Dream. No meio do show pintou o Júpiter, que subiu ao palco "daquele jeito". Olhamos um pro outro e, como nunca tocamos covers de rock, engatamos um, bem no clima, Samba estranho, que é o nome da música. Ficou bem bom, e apesar da gravação mostra que a capacidade de improvisar não tem nada de especial, é natural da música, e que o estranho pode ser bom. Pelo menos eu achei. Bjs e bom fim de semana.
20090506
Pulp - Nave Mamma

20090428
Saúde!

Gripe porcina.
Ê como ouvi um passageiro falar ao se referir á gripe suina que se espalha pelo mundo, tendo dessa vez o México como produto de exportação. Falava em uma entrevista que entre vãrios depoimentos mostrava que vários passageiros chegavam ao Brasil, alguns com as desinfectíveis máscaras, e estranhavam não serem sequer rastreados, cadastrados por uma autoridade sanitária local.
É a ficção respingando na vida amigos, mundo fascinante esse.
Livro da semana, "A Peste" de Albert Camus.
20090419
Em processo
20090418
Be Kind, Rewind. Be cool, Renew
A recriação muitas vezes pode ser mais criativa do quer que a angustia da originalidade produza. To falando pra mim mesmo, que odeio a necessidade por referências que vejo todo dia. Mas reproduzir não precisa ser copiar.
Mas o filme é divertidissimo, Jack Black fazendo papel de Jack Black, Mos Def, que é muito engraçado, sempre meio out, como no seu papel no Mochileiro das Galáxias, e uma impagável Mia Farrow, que há muito não via, bem louquinha...







