20091214
Poluição virtual = puluição real
Se o clima te dá dor de cabeça, descubra o que está acontecendo(e não é vendo 2012). http://www.avaaz.org/po/
20091016
Relexions paragraph mode poetry - 1
Eu sou tri do gerundismo:
- Vamos se falando.
Vou explicar,
finalmente,
o porque:
É um desejo de combinar com essa pessoa,
uma próxima combinação,
sem impor um prazo,
sem estipular um estado de espírito.
Só tem um problema.
Não funciona.
Gente é movida a ordem,
a prioridade alheia,
pra desencadear a sequência de eventos,
uma rotina de programação
em uma espaço de tempo.
Um start pra ter um stop.
Over.
Sleep.
20091013
Beijos Roubados - tempos perdidos.
Como se fosse um Buster Keaton(que faz rir mas não ri) pelas diatribes dos relacionamentos conteporâneos, ele passa o tempo todo correndo, fugindo. Do que? Do que se convencionou chamar de vida adulta, responsabilidades. Mas ele não rompe com nada, ele só foge. É moderno pela imaturidade, infantilidade persistente. Afora Alain Resnais, a Nouvelle Vague parece ter uma certa saudade da infância. Gostaria de ver uma versão de Peter Pan filmada por Godard. Ou já existe e se chama Pierrot Le fou?
20091012
A DITADURA DA MODA
20091007
CONCERTO PARA DOIS PIANOS E AEROPORTO
A seguinte situação ocorreu inesperadamente dias atrás na sala VIP do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo: de um lado, esperando um voo para a Bélgica, o pianista gaúcho Miguel Proença, convidado a abrir a edição 2009 do Festival de Saint-Truiden, pequena cidade a meio caminho entre Bruxelas e Antuérpia; de outro, aguardando sua hora de embarcar para os Estados Unidos, o maestro paulista João Carlos Martins, com apresentação marcada para o Lincoln Center, de Nova York, a convite do pianista americano de jazz Dave Brubeck. Entre ambos, um piano disponível no ambiente.
O resultado foi um concerto improvisado e gratuito, para alegria das cerca de 200 pessoas que circularam pelo local nas três horas em que ambos os pianistas se dividiram na interpretação de obras eruditas antigas e contemporâneas, brasileiras e estrangeiras. Antes de seus respectivos embarques – nos quais cada um voltaria a ser aplaudido de pé pelos passageiros –, Proença e Martins trocaram planos para uma futura apresentação conjunta em São Paulo, em que deverão predominar obras de autores nacionais como Heitor Villa-Lobos, Ernesto Nazareth e Tom Jobim
Fonte: Roger Lerina, ZH.
20091005
Personagens recolhidos das ruas.
No meio da rua um carro está parado, dentro uma loira lixa as unhas, se lixando para o tráfego intenso.
Seu carro tem muitos adesivos, Intense produções, placa do CEARÁ.
Seu rumo, Porto alegre e o norte, Canoas, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Caxias, Lajes Argentina, Ceara?
Sozinha no carro, destemida nos seus óculos escuros.
Para pra abastecer. Paga com dinheiro, 100 reais, enche o tanque, com álcool
Seu sotaque denuncia, seu você denuncia.
O que.
20090912
80 80 80 80 PULP 80 80 80 80

É amigos e amigas, chegamos à edição 80, e só nesse caso seremos 80, com o mais do mesmo e inesquecível incansável e incoerente TRIO FRICTURA(LIO, RAFAS & DREGUS), com seu clube da luta particular entre discos, rocks, electros, cumbias, mambos e carimbós, PARA O SEU DELEITE.E no OX...ASTRONAUTA PINGUIM!!!Conhecido mundialmente pela versão instrumental de LUGAR DO CARALHO, é o rei do órgão elétrico, parceiro de Jupiter Maçã e de outros extraterrestres, vai ATERRISSAR na Pulp, com muita fumaça, mostrando o que acontece no espaço com o rock gaucho que é lançado na atmosfera.E para acalmar espíritos perdidos diante de tanta loucura, YOG MARS traz os bons e novos e velhos hits pra cantar e dançar até dizer "São 6 da manhã, pra onde vamos agora?".
20090826
Pulp
O Hitchcockiano TRIO FRICTURA (Lio, Drégus & Rafahell) aterrisa na pista do Cabaret do Beco pra mais uma festa salpicada com pedaços gostosos de muita disco, punk, rock, funk, pop, eletrônica e etnobeats. E Yog MARS, só com as clássicas (e novas) hit parades da véia Pulp guerrêra.Sexta, 28/08, a partir das 23h. Ingressos no local a R$15, ou a R$10 na lista amiga (no site do beco203) . Encore: PULP CABARET Djs TRIO FRICTURA (Lio, Drégus e Rafahell) e Yog MARS Sexta, 28/08, 23h R$15 (no local) ou R$10
20090815
Esse Hitchcock...
Tenho uma relação Janela indiscreta com a Vasco da Gama. Mas aprecio os passantes da rua e sua vida portátil de mochilas, sacolas de compras e cachorros no passeio. É mais um bucolismo do que voyeurismo, mas lembro sempre de uma vez, quando morava na Independência, fundos, uma vizinha que estava fazendo faxina de sutien, muito calor. Não pude deixar de reparar, principalmente quando ela foi limpar os vidros, e bem safada, se mostrou numa performance completa, lá no apartamento deveria estar tocando algo romântico. Como um pavão na gaiola, mesmo sem motivo, a gaiola não deixava outra coisa a fazer que mostrar a linda cauda empoada, no caso o corpo da vizinha. Deixei que terminasse a faxina, também eu dissimulando um afazer doméstico, organizar livros, ao ponto de não deixa-la constrangida ao perceber que fazia de fato um show, e nem que eu estivesse totalmente alheio e indiferente aquela cena inesquecível de um fim de tarde qualquer.20090814
Jazzin' Rollin

20090731
O Clube de Jazz de Porto Alegre

Numa ampla casa localizada no bairro Bela Vista (cujo endereço certo eu nunca lembrava, sabia ir somente na base do “duas ruas à esquerda, uma à direita”) funcionava, nos anos 80, o Clube de Jazz de Porto Alegre (Take Five). Embora o nome fosse pomposo, e presumisse a existência de sócios e burocracias, na verdade tratava-se de um dos programas mais legais e democráticos que havia na cidade para quem curtia boa música, e era despido de qualquer formalidade. Na verdade, tratava-se do porão da casa da Dona Ivone Pacheco, a Grande Dama do Jazz de Porto Alegre, que, de forma super generosa (e diríamos hoje, até algo imprudente) permitia acesso livre ao pátio de sua residência, sendo que o portão da frente ficava apenas encostado, sem sequer um porteiro para fazer uma “triagem nos elementos”. De fato, para ingressar no recinto bastava saber o endereço e abrir a maçaneta do portão, sem pagar ingresso, mostrar documentos, nem nada. Felizmente, ao menos nas vezes em que fui lá, não apareceu nenhum ladrão ou vândalo disfarçado de fã do bebop, o que hoje em dia possivelmente fosse quase um milagre. O endereço, logicamente, não era divulgado publicamente, sob pena de inviabilizar o funcionamento, já que o recinto onde o pessoal tocava era pequeno. Assim, o espaço era divulgado apenas na base da propaganda “boca a boca”, de forma que geralmente se ficava sabendo onde era e quando ia rolar pela dica de algum amigo que já fora lá. Não lembro ao certo quem me deu a dica, mas certamente ou foi o Auriu Irigoite, ou o Henrique Wendhausen ou o Glei Soares, e talvez todos ao mesmo tempo. Levado por estes amigos é que conheci o lugar. A função ocorria apenas na noite de sábado (ou será que era na sexta?), por volta da meia-noite (round midnight, naturalmente), e entrava madrugada a dentro, até de manhã.
O Clube, em realidade, consistia em um verdadeiro sarau, um palco livre, no qual rolavam várias jam sessions, tão próprias do universo jazzístico. É verdade que o palco não era assim tão livre, uma vez que para ocupá-lo o “candidato” devia “mandar bem” no ritmo americano, em qualquer de suas matizes - o que permitia, obviamente, que a coisa às vezes fosse até para o lado da bossa nova e da música instrumental brasileira, mas isto eventualmente -, e definitivamente não era lugar para “bicões”. E, naturalmente, este atributo não era para qualquer um, diante das conhecidas complexidades deste ritmo norte-americano. Havia atrações que eram praticamente “fixas”, ou seja, um pessoal que normalmente sempre ia lá e se apresentava em todas as “reuniões”. Lembro do grande pianista Marcos Ungaretti (que não podia sair de lá sem tocar o “Take Five”, de Dave Brubeck, que, como já adiantamos, apelidava o local), do cantor Richard Emunds (que, além de cantar jazz, interpretava clássicos da Chanson Française), do grande baixista Mário Carvalho (Marião), da pianista Karina Donida, do saxofonista Marcelo Figueiredo, do pessoal da Arqui Jazz Band e da Contraste Combo, que eram especializados no diexieland e nos estilos tradicionais dos anos 20, além, é claro, da própria Dona Ivone ao piano, que sempre nos brindava com suas performances, entre vários outros. E era sempre muito legal ver este pessoal tocar. Mas, naturalmente, a cada “reunião” havia algumas atrações novas e “avulsas” ou “bissextas”. Uma vez vi tocar lá o Professor Menotti, que, na época, já era um senhor de idade. Tratava-se de um dos maiores músicos gaúchos de todos os tempos, ligado ao pessoal da velha boemia da noite portoalegrense. Não sei se ele ainda vive, mas era um fenômeno, tanto ao violão quanto ao piano. Tocando sozinho, ele magnetizava a platéia com o seu domínio harmônico e melódico, era um verdadeiro mestre. Enfim, eram inúmeros os músicos (cantores e instrumentistas) que davam a sua canja no local, que geralmente era freqüentado mesmo preponderantemente por músicos que estavam a fim de conhecer mais sobre o jazz e curtir os improvisos que rolavam. Eu, naturalmente, nunca me aventurei a sequer chegar perto do palco, por razões óbvias.
É indiscutível o fato de que o Clube de Jazz da Dona Ivone Pacheco foi fundamental para a difusão deste tipo de música na capital gaúcha nos anos 80, ainda mais considerando que o público em geral, mesmo o apreciador de música, e da boa, tinha pouco acesso a este estilo. À época - em que ainda não havia o CD, e, obviamente, não existia internet e muito menos MP3 -, os LPs de jazz eram caríssimos, a exemplo dos discos de música erudita, o que dificultava sobremaneira o conhecimento deste ritmo maravilhoso, principalmente por gente como eu e os meus amigos, então estudantes totalmente “duros” e “sem-ter-onde-cair-morto”. Como o jazz não era presença muito freqüente no dial portoalegrense daquela época (diferentemente de agora, em que contamos, por exemplo, com o programa extraordinário do jornalista e crítico musical Paulo Moreira, tremendo especialista no assunto, Sessão Jazz, que rola à noite na FM Cultura ), pode-se dimensionar a importância de um espaço como este. Neste sentido, a generosidade desmedida de Dona Ivone verdadeiramente abriu uma janela em nossos horizontes, contribuindo em muito para o aprimoramento dos conhecimentos musicais e apuração do gosto estético, que nos torna tributários de uma dívida imensurável em relação a ela. Tenho certeza que todos os freqüentadores, fossem músicos ou não, tenham tocado lá ou não, devem ter a mesma visão a respeito da importância do Clube para a difusão do jazz em Porto Alegre, e agradecem pelo maravilhoso trabalho “pedagógico” e, ao mesmo tempo, “lúdico”, de Dona Ivone.
É curioso que uma vez, quando apresentei-me no Foyer do Theatro São Pedro, no projeto Blue Jazz, cantando standards do jazz americano (isto lá por 93 ou 94, vários anos depois de minhas visitas ao clube), ao final do show a Dona Ivone veio falar comigo, com sua simpatia e gentileza inatas, dizendo que tinha gostado muito, que era muito legal alguém fazer aquele repertório em POA, etc. Como era final de show e havia mais pessoas que queriam falar comigo, só tive tempo de agradecê-la pelo carinho e estímulo. Depois me dei conta que devia ter dito a ela que, na verdade, ela era responsável direta pelo trabalho que eu estava fazendo à época, pois foi através de minhas visitas ao seu famoso Clube que se corporificou a minha admiração pelo jazz. Muito obrigado, Dona Ivone.
20090729
Alfa em Jazz
20090710
Pulp Sábado - VIve La France
E a gente adora música francesa, cinema francês, champagne, perfume francês, filósofo francês e Serge Gainsburg.
Show de lançamento do disco da Les Responsables, a banda mais francesa fora da França no mundo!
Les Djs: Os 4 mosqueteiros(Rafahell, Lio, Dreguz e o Dartagnan, Yog Mars, no Ox)
20090707
Mini contos:http://www.ciudadseva.com/textos/cuentos/mini/minicuen.htm
[Minicuento. Texto completo]
Andrea Bocconi
Por fin. La desconocida subía siempre en aquella parada. "Amplia sonrisa, caderas anchas... una madre excelente para mis hijos", pensó. La saludó; ella respondió y retomó su lectura: culta, moderna.Él se puso de mal humor: era muy conservador. ¿Por qué respondía a su saludo? Ni siquiera lo conocía.
Dudó. Ella bajó.
Se sintió divorciado: "¿Y los niños, con quién van a quedarse?"
FIN
20090629
A Day in the Life: Neil Young and...Macca!
20090618
Interface Humana
Hi from Multitouch Barcelona on Vimeo.
20090611
20090603
Fly Fail
Mas nesse caso, eu voaria em Boings, just in case.
Agora, falar em Lost, muito se falou. E nessa semana, do frio também. As pessoas falam, ora.
Quedas
E outras notícias complementares
Respostas enquanto diretor de comerciais.
O diretor de cena é o chef de cousine de um restaurante. O cliente sabe o que quer ver, ele não pede Xis na esperança de receber Y, mas ele quer que o seu X seja feito com os melhores ingredientes, no caso atuação, fotografia, montagem e que sim, tenha um tempero especial, algo que ele não sabe explicar mas que faz a soma de todos ingredientes algo mais do que apenas o que ele espera. Cabe ao diretor cuidar da idéia(pedido) ao escolher, repassar o briefing e julgar o que é melhor para essa idéia. Nesse sentido ele tem a liberdade, mas é uma liberdade de atuação mais do que criação, prque o diretor de cena não tem a mesma convivência que a agência tem com o cliente, não pode saber tanto da cultura do cliente. Assim, o melhor é saber ouvir, saber interpretar e se impor para passar confiança, de que o prato do cliente foi pedido a um Chef de cousine, e não a um cozinheiro qualquer.
2. Qual a importância e/ou dificuldades que o Diretor de cena tem, especificamente, na criação do filme publicitário? Como ele gerencia esta transposição do que tá no papel para a realidade?
maior dificuldade é poder passar toda a cultura do cliente, todas suas referências e paixões e expectativas em 30 segundo, no máximo um minuto. Como raros clientes tem a percepção conceitual apurada, um entendimento intelectual geral do seu negócio, ele tenta se cercar de todos os detalhes e frases de efeito possíveis. Assim acabamos vendo muitas vezes algo como aqueles anuncios de radio na Radio Guaíba, uma voz padrão repetindo diferentes frases. Não tem uma personalidade, é um "briefing" filmado. Isso é muito difícil para o diretor, porque ele não depende só do seu trabalho, e tudo que escapa ao seu controle é difícil de administrar. Depende do atendimento da conta, depende do diretor de criação(que é bom sempre estar ao seu lado) depende do atendimento da produtora. Enfim, depende de outras percepções. Atores, crianças, animais, efeitos, multidões...isso é só diversão.
3. Como tu vê a questão do cinema inspirar a publicidade? E tu acha que é um caminho de uma mão só ou a publicidade pode inspirar o cinema também?
O cinema isnpirando a publicidade é uma coisa relativamente recente. A publicidade começou, e até os anos 70 sempre teve uma lingagem própria e muito direta, porque o públlico para consumia sabão e o argumento podia ser simples. É porque limpa e é pra toda família. Mas com o desenvolvimento da televisao e uma certa decadencia do cinema, as pessoas passaram a consumir mais cinema em casa mesmo, e aí os comerciais apareciam entre cenas do filme. O argumento mais direto acabou parecendo mais óbvio e menos interessante. Assim a publicidade começou a se mesclar com o cinema na televisão. E isso segue até hoje. Isso é uma teoria minha.
4. Qual a tua opinião sobre a utilização de referências? Como tu trabalha com as referências que utiliza nos teus trabalhos?
As referências são facas de 2 gumes. Ao mesmo tempo que dão mais visões além do próprio repertório visual(e que não se dispensa, é usado na própria busca de refrências), as refs também podem engessar um trabalho. Se elas não são adaptadas podem deixar o trabalho sem alma, e isso fica bem evidente, porque 90% das referências que usamos não são brasileiras, tem sempre uma cor de margarina americana. Então tem que cuidar pra transpor, traduzir, tentando manter a "melodia"da idéia visual. Geralmente começamos pela descrição óbvia da cena, por exemplo: menina brincando com cachorro, procuramos no getty images ou no corbis, os sites mais usados. Aí das milhares de coisas que aparecem, vai se selecionando o que tem mais a ver em foto(luz e cor), acting e arte. Pode-se pesquisar em filmes também, que são bons porque não tem aquela coisa mais posada, mais óbvias na relação com a camera. Não são apenas "pessoas sorrindo".
5. Tu teria receio de utilizar alguma referência de sucesso (por exemplo, efeitos matrix hehe) num filme teu? Até onde te preocupa a questão da utilização de referências?
Eu tenho receio se é alguma coisa gratuíta, que não acresente nada ou não tenha nada a ver com o produto. Aí ela adquire uma visibilidade negativa, e por mais bem feita que seja, nunca vai ficar igual(é sempre menos tempo, pessoas e orçamento que o original). Por outro lado, se tem tudo a ver com o produto, pode até não ser perfeita, que funciona.
Era isso,
aquele abraço
20090522
20090521
Levando o cachoro ou dando uma volta.
eu
ou ele me leva.
Lá vou
ele
ou lá ele me leva.
Lá vem
ele ou lá fui
eu
levar.
20090519
Esquinas
Quem vê da esquina, vê passando ao largo desse encontro.
Mesmo quando só espera, espera o que há de encontro nessa esquina.
Já está nela, um lugar próprio, ocupando o seu espaço nesse encontro.
De todos os lados. Uma esquina, muitos lados.
20090514
Momento blog das antigas #2
Da experiência com as muletas, bom notar a gentileza das pessoas, as dificuldades de quem usa e a importância de um joelho saudável.
Mais um tempinho de bengalinha(charmosa) e fisioterapia(saudável).
20090508
So Fucking disco - Considere tocada amanhã
![]() | Pase Rock - So Fucking Disco | ![]() |
| ||
![]() | Found at bee mp3 search engine | ![]() |
Antroproducentrismo#2: Urro + Jupiter(free your mind and your idol will follow)
É o som tá cachorro, parece improviso e é. Eu tocava nessa banda com meu irmão, que aparece no video Rose's Dream. No meio do show pintou o Júpiter, que subiu ao palco "daquele jeito". Olhamos um pro outro e, como nunca tocamos covers de rock, engatamos um, bem no clima, Samba estranho, que é o nome da música. Ficou bem bom, e apesar da gravação mostra que a capacidade de improvisar não tem nada de especial, é natural da música, e que o estranho pode ser bom. Pelo menos eu achei. Bjs e bom fim de semana.
20090506
Pulp - Nave Mamma

20090428
Saúde!

Gripe porcina.
Ê como ouvi um passageiro falar ao se referir á gripe suina que se espalha pelo mundo, tendo dessa vez o México como produto de exportação. Falava em uma entrevista que entre vãrios depoimentos mostrava que vários passageiros chegavam ao Brasil, alguns com as desinfectíveis máscaras, e estranhavam não serem sequer rastreados, cadastrados por uma autoridade sanitária local.
É a ficção respingando na vida amigos, mundo fascinante esse.
Livro da semana, "A Peste" de Albert Camus.
20090419
Em processo
20090418
Be Kind, Rewind. Be cool, Renew
A recriação muitas vezes pode ser mais criativa do quer que a angustia da originalidade produza. To falando pra mim mesmo, que odeio a necessidade por referências que vejo todo dia. Mas reproduzir não precisa ser copiar.
Mas o filme é divertidissimo, Jack Black fazendo papel de Jack Black, Mos Def, que é muito engraçado, sempre meio out, como no seu papel no Mochileiro das Galáxias, e uma impagável Mia Farrow, que há muito não via, bem louquinha...
20090405
20090330
Momento blog de antigamente 1.
20090327
20090323
Show do Radiohead
Estou numa van, trancado em um transito lento, vou perder o show.
Entre piadas pra contemporizar a pena, vem surgindo na minha cabeça a melodia, perfeita na frase, salvando os momentos a seguir...You are all i need, you all i need...
Tudo, fila, pessoas, Los Herm,, cerveja, agua banheiro amigos, ponto de encontro..até o Kraftwerk...tudo nessa perspectiva, You are all i need...Radiohead.
DIas de comentarios, ese faço meio gonzo. Frases soltas a desenvolver.
15 step, primeira do show e inicia o rito com uma dança quase africana. Nao é só razao, vamos ver catarse.
Mas ela n vem, fica contida, através da sutileza dos arranjos, minha cabeça dançava nesse desenho de timbres.
E cores, a chuva de tubos de cores, em composiçao com telao e uns lustres, era simples, mas poderoso. FIno, Radiohead, nova palavra pra cool.
E as classicas vem, arrancando suspiros vigorosos da alma.
Estou aqui, voces estao aí, esse é o mundo, esse é o melhor dos mundos
A beleza encontra na melancolia a sua face mais pura.
Fotos? Videos? eu ouviria finalmente o ultimo disco.
Thks Ise
Mais, depois.
20090316
Folhas de outono
pra me tirar da cama
quando levanto quero abrir janelas deixar o sol entrar e queimar todo o pó e mofo e sono.
o coração amassado como a cara, não sabe se quer, vai pra vida a partir da tampa da patente que se levanta.
O mijo sai, a sincronia entre pau e alvo reaquece as sinapses.
O espelho é um contador sem números.
Mas pronto, o gosto da boca já está melhor.
Acordar e sorrir é tão difícil como parece a quem não tem esse hábito.
E nasce o primeiro sorriso meia boca do dia.
A poesia manda acabar esse texto naquele ponto ali.
A vida, melhor, diz que isso é só poesia e que mais fácil ainda que sorrir é reclamar da vida.
O frio da manhã de outono é ótimo, Ciclos da vida, sejam sempre benvindos.
20090309
PULP FRICTION #74 - SÁBADO 14 NO OCIDENTE +...

PULP FRICTION #74 - SÁBADO 14 NO OCIDENTE +...
É a Pulp de volta às aulas, aos projetos, aos prazos, aos abraços de COMO VAI VOCÊ!?Discotecagem do IMORTAL Trio Frictura, LIO, DREGUZ e RAFAHELL, com toda aquela esquizofrenia musical que abre as cabeças a mais de 6 anos em Porto Alegre, primeira festa de tudo isso que rola em por aqui hoje em dia.
No OX, os convidados Yog MArs e LUFE BOLLINI.
E recebendo o FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE POA, na festa mais cinematográfica do velho oeste.
Ingressos a valorosos 25 reais. Antecipados, nome na lista e apresentando canhoto do ingresso de algum filme do Festival de cinema, 15 reais.
Sempre valendo aquela cervejinha a mais.
Antecipados nas lojas AMISTAD da Nilo e Padre Chagas.
PULP FRICTION
Sábado 14 de março
Bar Ocidente, 23 h.
20090305
FLU - Latino tracks Vol 1
O Flu é autor de várias trilhas e tem um trabalho próprio com 2 discos já, batalhava em Porto Alegre(eu era fãzaço de Defalla) até tomar a sábia decisão musical e profissional e existencial de ir pro Rio, onde além de nadar bastante, pegar jacaré, sacar os melhores chopps e dividir o prazer da vida com a Carô, também fez a Banda Leme, junto com o De leve e o Granja.
Esse trabalho aí reune trilhas feitas para o programa XPress da MTV internacional.
Pra deixar de fundo de uma vida boa.
20090219
ANTROPRODUTOR EM FÉRIAS

Deixo-vos com um fliers que fiz pra pulp cabaret, que rola sexta que vem.
Eu vou estar na praia, pensando em tudo o que está acontecendo no mundo, na minha vida e de meus próximos.
Espero escrever, desenhar, jogar volley, fazer mojitos, namorar, pegar jacaré, fazer trilhas e tudo o mais que houver nessa vida.
Um grande abrazzzzzzz
20090216
"Ingenuity" of the market.
20090215
FELLINI - Amanhã é tarde.

Cadão Volpato, voz, gaita e letra, e Thomas Pappon, tudo o mais, gravaram esse disco a dois, 2003, no apartamento, e reavivaram uma das mais adoráveis bandas brasileiras, FELLINI, que para divertir, ser irônico, e pensar, fazia anti-rock. O resultado pode indicar o que seria uma boa música brasileira contemporânea. Eles fazem, desde 1984, foram até 91, voltaram no TIM FESTIVAL em 1999, resgatando o repertório. E Acabaram achando essas novas músicas, no AMANHA É TARDE, descobri só agora e pela primeira vez entro na brincadeira deixando o link pra baixar ele inteiro aqui.
Tocaram aqui em Porto Alegre num show que não lembro porque não fui, mas devia ser algo de vida ou morte, porque eu AMAVA essa banda.
Bem, ainda amo, participei de uma banda tributo, junto com o genial SÉRGIO TAVARES. Foi muito prazeroso, por assim dizer. Mas agora vem um reencontro. Ouvir esse disco de agora, foi como se reencontrasse um antigo amor, platônico, dos 20 anos, época de descobrir-se nos gostos e amar com facilidade.
É a mesma banda? É. Mas não parece velha, parece mais segura, do que fala, do que gosta e do que é melhor, essencial. Assim ouço essas músicas tranquilas, mas que através da poesia revelam imagens instigadoras, sem subterfúgios, com sinceridade, mas para isso, e é o que mais destaca nessa banda, ELEGÂNCIA. Pessoas inteligentes no uso de suas referências, que conseguem usar elementos brasileiros em suas boas e velhas escalas rocks e dissonantes, de violão, aquele mesmo instrumento que os punks usam nas ruas e parques, mas como se deixassem, com generosidade e simpatia, o cara da capoeira ao lado entrar com um berimbau, como na música "Besouro", letra que fala:
"você daqui há uns 20 anos, remando contra a maré...
Você é forte com um touro mas no fundo é uma flor...
seus interesses pela ordem, mamãe, irmã, papai moto e trator...
a cidade é um estouro, onde você vai morar?"
A música lembra a ZUM-ZUM-ZAZOEIRA do show que não vi, mas não precisou, tá no utube.
Bem, estou reapaixonado. Com vocês FELLINI.
20090213
20090209
Radiohead no Grammy.
E a piada é sempre a mesma: vai cortar os pulsos?
Bem, dar uma olhada nesse video mostra uma contradição nesse papo.
Eu sempre achei uma banda antes de tudo estimulante, que apesar de ter um tom menor, triste, nunca é um chororô autopiedoso, mais bem uma melancolia que está naturalmente na vida, em cada fim, em cada desilusão. Acaba sendo no fim das contas, uma celebração disso como vida mesmo, JOY de estar vivre, que dá pra sentir na interpretação do Tom nesta incrível versão de 15 step apresentada essa no Grammy2009.
Boa semana a todos!
20090205
20090203
Sopa de letrinhas, um joguinho

1 . Agarrar o livro mais próximo
2 . Abrir na página 161
3 . Procurar a quinta frase completa
4 . Colocar a frase no blog
5 . Não escolher a melhor frase, nem o melhor livro!
6 . Utilizar mesmo o livro que estiver mais próximo;
7 . Passar para cinco pessoas.
Bom, também adoro brincadeiras, mas tenho preguiça com correntes, mas achei sagaz a idéia da Lucia Carolina, de mandar e indicar os blogs para a platéia. Despertar esse "clube de leitura" acho fascinante.
O livro que tinha mais próximo, Philip Roth, " O animal agonizante", terminava na página 127...
O outro livro era HOMO LUDENS, do Johan Huizinga, muito interessante, porque avalia o papel dos jogos como central(não único, claro) na construção da nossa cultura. Enfim, tudo a ver com esse jogo, não?
Enfim, a frase:
"O público era arrastado por ele para o mesmo estado de espírito."
Adorei, é claro.
20090202
Zeitgeist #2
Bem, pra quem se interessou no assunto, espero que renda muito, o diretor se chama Peter Joseph. Ganho prêmios nesse festival chamado artivist que a petrobras patrocina, será uma megacorporação benigna?
20090201
Zeitgeist
Pra quem gosta de teorias da conspiração é prato cheio, mas tem muitas coisas que fazem sentido mesmo, e que depois de expostos com extrema clareza e objetividade, o roteiro é preciso e as cenas de arquivo são muito boas, acabamos com uma forte sensação de irrealidade na realidade.
É trabalho profissional, tem inclusive um site dedicado a ele http://www.zeitgeistmovie.com/
Depois de ver, a pergunta, irresistível: e agora Obama?
20090130
20090126
Franciscano, a sandália.
Linda frase pra começar a semana, bom como esse post do mini.
Boa semana a todos.
20090119
Adoro o PITCHFORK
Não deixe de vasculhar no site.
http://pitchfork.tv/week/joy-division/part-1
FIGURAÇA DA SEMANA(enquanto seu Obama não vem)
Depois de conquistar o cessar fogo graças à minha campanha amplamente difundida pelo uso ÚTIL do lenço palestino( 2 amigas botaram na sacada e soube que alguns djs numa festa ousaram tocar com o lenço), um pouco de cultura inútil, tema tão aprazível da miríade de blogs e blogs e blogs e..
SAINDO DA ZONA DE CONFORTO
Há muito ouço falar sobre "sair da zona de conforto", buscar desafios, expandir seus limites conhecidos, acreditar que é possível.
Gosto muito de exemplos, e, bem sucedido ou não, é ao menos digno de nota.
Vejam o que o Joaquim Phoenix aprontou com sua carreira, ao decidir trocar Hollywood pelos palcos...até aí normal, mas, fazendo hip hop? Gostei do desempenho dele como Johnny Cash, mas como hiphoper OGRO tá mais pra comédia.
Mas enfim, gente que sai da zona de conforto acaba levando outras pessoas pra fora da zona de conforto. Pode ser bom.
20090112
LENÇO PALESTINO - um modo MAIS ÚTIL de usar

Como se diz na Espanha, MUY DE MODA estes lenços palestinos durante todo o ano de 2008.
Então todo moderninho tem. Até eu tenho, mas quando usava me sentia um tiozito metido a modernito.
Bom, enfim achei uma coisa útil pra fazer com ele.
BOTAR NA JANELA EM APOIO AO POVO PALESTINO.
VOCÊ, MODERNO, FAÇA O MESMO.
SEJA ÚTIL.
A grande tendência para os próximos anos.
Essa nova guerra velha já conta 245 CRIANÇAS mortas. Elas estão no fogo cruzado de interesses muito grandes. Hoje li uma frase que me fez pensar melhor e ponderar em relação aos israelenses. Os palestinos deveriam amar mais suas crianças do que odiar os israelenses. O povo palestino está sendo USADO como escudo pelo HAMAS, que, financiado pelo Irâ, usa a proximidade do território com Israel para criar essa tensão e desmoralizar Israel frente à opinião pública mundial. Por outro lado, Os Israelenses estão cometendo crimes de guerra, pelo uso de armas químicas, execuções sumárias, e bombardeios em lugares onde o mais correto seria um resgate.
Então, pela paz, e por uma palestina livre e realmente independente: PENDURE SEU LENÇO PALESTINO NA JANELA!
E AÍ? FELIZ 2009?
Mudança vem de dentro, e só.
E lá dentro não tem relógio.
Nunca é cedo demais, nunca é tarde demais.
O forte ou fraco é a motivação, a resolução de fazer isso.
Isso provoca mudanças.
Ninguém muda por ficar alguns dias sem celular.
O cara até pára e pensa.
Mas sua forma de lidar com o mundo volta a ser a mesma ao primeiro contato com outros humanos.
Se já era um escroto, vai continuar.
Até tomar a rasteira final.
Coragem. Os dias estão bons para isso!
Vai aí um clipinho do N.A.S.A.
Do Brazuca ZÉGON.
Um cara que sempre foi gente boa.
Só mudou de ares.
A música é muito boa e tem vocais de David Byrne e Chuck D.











