
Se alguém já leu o FREE, do Chris Anderson, se alguém tem algum palpite, pode botar na roda.
Eu sinceramente, não sei.
Acho que o conteudo vai virar uma commoditie.
Vai ter um preço por minuto/hints. Quem vai financiar vão ser grandes distribuidores de conteúdo, as plataformas digitais de hoje, uol, google, etc.(etc podia ser nome de uma né?). Elas vão ter a possibilidade de conquistar patrocínio e distribuir os dividendos entre seus fornecedores.
Os custos de produção tendem a baixar. Com a cloud computing, armazenamento e programas de edição estarão on line, diminuido o investimento em computação. Trabalhos associados tendem a crescer, diminuindo também o custo de funcionários em empresas.
A questão é o financiamento. Em um mundo de crédito escasso, o escambo vai crescer. A produtora presta um serviço pra um ator participar, um comercial pra um restaurante oferecer comida, linha de desconto para o produção em postos de gasolina, etc. Parece amador e utópico, mas em mundo com escassez de dinheiro como aparece na esquina, as colaborações tendem a ter um papel importante. Aí vai ser grande a responsabilidade no gerenciamento de recursos e pessoas. Ou seja, pra tudo ser free, tem que mudar muita coisa e se passar muito trabalho...
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