
Escolhas apressadas.
O etanol é uma saída ou uma escolha apressada?
Afinal, tem um carro atrás buzinando.
BIBI
Carroças incomodam demais no trânsito
BIBI
Sempre me dá um dó danado de um motorista com carro parado no meio do rush.
BIBI
Vergonha. A gente convive com a vergonha. Ou é o cartão que não passa, o time que não ganha(e perde feio). A corrupção diária. Os presos alojados num conteiner de caminhão. Vergonhas. Não as tem quem não lê notícia, porque se lê é que se importa, deveria ser.
BIBI

Esquerda ou direita.
GPS.
Deveria existir um GPS ético. Ou será o "dia 05", dia de pagar contas. Como posso questionar um assistente que abandona um trabalho por outro em que ganha mais? Afinal, quem está salvando o mundo aqui? É sempre a própria pele. Seja a física ou a ideológica. Então.
Meu GPS ético poderia me dizer. Não mexa com arte, você não é artista, não é seu único recurso. Mas então arte seria sustento e só. É justamente não ser sustento que sustenta pra mim a idéia da arte, em mim. Coisa sem fim. Coisa-fim.
Como é bom, sair pra rua e tirar fotos. Digitar, comentar, relacionar.
O verbo sempre. No começo foi o verbo, e no fim o ponto. E no recomeço a sentença. Sempre vai recomeçar. O ponto é a pausa da respiração. Escrever é prender a respiração. Autosustentar o sistema com o oxigênio guardado. Autosustentar o sistema com o pensamento próprio. Sempre resposta, claro. Porque as idéias são tão próprias quanto o oxigênio é do tubo. Não é, sendo.
Vou respirar agora.
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