Ontem foi o último dia de filmagem em Floripa. Terminou em uma praia. Os caminhões atrasaram, e como tudo sempre atrasa, j´[a fui com meu calção de banho preparado. Entrei na água e nadei, inod, indo, deixando as vozes dos meus colegas de trabalho pra trás. Eu estava de péssimo humor. Melhorei, mas não foi um dia fácil. Senti que as coisas escapavam ao meu controle, por cima de mim, masa ao final filmamos o pau-de-fita, tinha música e foi bom.
Eu venho bem nesse trabalho. Levando com uma serenidade disfarçada de lentidão. Mas na hora H, levanto minha voz e digo: SILÊNCIO, PREPARA, VAI SOM, VAI CÃMERA E AÇÃO. E o mundo pra mim adquire uma harmonia absurda, como se a sincronia entre, focos, mãos, películas, vozes e olhares produzisse uma melodia. É mágico.
Existe uma boa e absoluta resposta para a pergunta: Cinema, ou publicidade? Em qual deles é possível um plano sequência(uma música fílmica) com duração maior que 1 minuto?
Mas existem claro, as cameras 24 horas.
Onde o "corta" não consegue salvar a vida do tempo.
Mas não escreverei um linha sobre minha vida pessoal.
Amanhã volto a Porto Alegre e vou fazer uma faxina em tudo!
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