20030402

Tanto tempo sem escrever, acho que se acaba fazendo uma seleção dos leitores. Ficam os amigos, o Pablo...Em tempos de guerra, do Iraque e do Brasil, Bush ou Beira-mar...
Sonhei assim. Estava na tv, não trabalhando, mas me preparando para sair, e tinha algo a ver com a guerra, tinha clima daqueles filmes Day after, em que tudo é correria. Minha namorada esqueceu sua toalha no banheiro. Quando fui lá pegar, tinha um casal, nu, se secando. Ambos não se constrangeram e ficaram me explicando que não estavam com a toalha, mas se a tivessem visto ficariam com ela, eu já mais preocupado entre prestar atenção no que ela falava do que no seu corpo nu, algo como estar em um campo de nudismo. A Claudia veio conferir, mas eles já estavam vestidos e eu me lembrando do corpo dela. Aí a Claudia sumiu do sonho.
Então veio a fuga. Na verdade mais parecia que íamos gravar alguma coisa no interior do estado. Eu fazendo piadas, tipo cadê a pipoca...Fomos andando por estradas com muitas passagens, portais, portões, parecia um videogame. Chegando no lugar, teriamos que percorre mais um pouco a pé.
E estávamos levando o corpo de Renato Russo em uma maca, ìamos fazendo piada como se fôssemos muito amigos dele. Mas eu não lembro quem estava comigo.
Daí a mãe me acordou, graças a Deus, porque um sonho assim reforça a teoria de que sonhos são como o resultado da queima de material cognicível excedente que temos no cérebro.