Fui assistir a curtas da mostra de São Paulo.
1. Mule, ingles.
Engraçado. Mula é o cara que leva droga pra um cara preso, na vista semanal. Parece um trouxa, mas junto ao haxixe que o cara depois enfia no cu, por razões óbvias, anexa um pager que toca uma musiquinha, como vingança pelo cara ter comido sua namorada. Ao sair do presídio, ele liga pro serviço e o amigo preso começa a tocar bem na hora da revista.
2. Je me apele, Eu Me chamo, França.
Pessoas que vão denunciando com a breve descrições de traumas sofridos por opressões estatais, o sistema excludente em que vivemos. Necessário.
3. Não me lembro o nome do 3.o, mas é um homem bomba que grava um video de despredida para sua filha assistir 10 anos depois do ...ato. Quase justifica um ato terrorista. Impactante.
Tá outro dia conto os outros 2 que vi e comento mais esses outros.
Agora vou pra festa da Claudinha lá no Ocidente. Som eletrônico.
Pra me curar da nostalgia de uma festa da noite passada. Só tovcava Beatles e Rock 50's. Pelo amor de deus, é bonito ver uma gurizada curtindo uma coisa que não é plastificada. Mas é muuuuuito passado. E o underground que está vivo? Não dá pra dançar? Começo a me lembrar daqueles japoneses dançando igual ao Elvis.
Mas vou pro som eletrônico. E perguntar ao pó.