20100425

Public Image Limited



1980.O começo de uma década, sensação que estamos tendo agora,muito, anos cheios, de tudo o que veio atrás, trazendo uma herança de dívidas de coisas que não deram certo, mas enfim estamos aí levando em frente e prontos pra começar sempre de novo.

Nessa entrevista concedida logo no começo do Public Image Limited, projeto de corporação fantástica que sugeria ampliar o conceito de banda, como eles falam ao longo da entrevista, não apenas instrumentos, mas o que for interessante para o produto da companhia: CONCEITO. Nos anos 80 ele se levantou como bandeira que comunica que algo está por trás de uma peça de mídia, mas não apenas uma estrela, e sim um arranjo de respostas a perguntas a serem feitas.

E como é gostoso ver surgirem novos clichês. No clipe de RISE, música que bem me lembro fez sucesso muito através desse clipe, que mais de uma vez assisti no CLIP CLIP, programa efêmero na GLOBO, que era uma selecta de clips, detalhe, em pleno sábado à noite, em 85. Em tom de revolta contida como estampada na cara de Lydon, vemos um lugar com cara de ruína de outra era, meio manicômio, onde se encontram losers, velhos, músicos fumando cigarro, em meio a uma ventania de lencois, o cliche máximo do artie da época: a beleza do movimento em lençois pendurados, brancos. Também estão lá os flashs de algo entre raios e fluorescentes malucas, sujeiras picadas voando e a grua que tudo vê. Me diz: Estamos em um pós guerra, em que só o que sobrevive é uma IDEIA. Fé do nosso tempo..

20100114

To everyone feeling normal

Ouvir o doce lamento do canto da minha mente.
Não.
Melhor escrever
que não
Não assumir a melancolia prostrada da vida
um não revolta
re
volta
tipo
onde estávamos indo mesmo desse jeito?
como assim aceitar que enchentes em são paulo são fruto do aquecimento global
e NÃO
dos sacos plásticos
mal deixados
mal
recolhidos
mal mal mal
esse é o verdadeiro mau
ACEITAR que as coisas
não
e simplesmente
não
foi o último da frase
que nunca deve aceita-lo ao usa-
lo
nunca nunca nunca
tal qual
sempre sempre sempre
expressões do nosso eu
pidão.

O clip mais cool do mundo agora.

20100112

Passado, presente e futuro que passam batidos.

Descobertas tumbas com centenas de ossadas que acredita-se, sejam de homens livres que trabalharam na construção das pirâmides de keops. Livres, não escravos.

O  Rio grande do Sul é conhecido como a África brasileira, devido ao elevado caso de doentes com AIDS, o maior no Brasil, em proporção com a população. 111 para cada 100mil.

Em menos de 30 anos existirá uma maquina auto-consciente, com inteligência superior aos seres humanos, que estarão buscando transferir suas consciências para máquinas, garantindo assim, a imortalidade.

20091214

Poluição virtual = puluição real

Redes sociais. Poderia dizer papo de boteco online tb. Se não tem ninguém na roda estimulando uma conversa interessante, proliferam-se os muxoxos sobre o tempo, se fala de dor de cabeça.

Se o clima te dá dor de cabeça, descubra o que está acontecendo(e não é vendo 2012). http://www.avaaz.org/po/

20091016

Relexions paragraph mode poetry - 1


Eu sou tri do gerundismo:
- Vamos se falando.
Vou explicar,
finalmente,
o porque:
É um desejo de combinar com essa pessoa,
uma próxima combinação,
sem impor um prazo,
sem estipular um estado de espírito.
Só tem um problema.
Não funciona.
Gente é movida a ordem,
a prioridade alheia,
pra desencadear a sequência de eventos,
uma rotina de programação
em uma espaço de tempo.
Um start pra ter um stop.
Over.
Sleep.

20091013

Beijos Roubados - tempos perdidos.

Antoine Doinel, o personagem de uma tetralogia de Truffaut, é um retardado, egoísta e oportunista.
Como se fosse um Buster Keaton(que faz rir mas não ri) pelas diatribes dos relacionamentos conteporâneos, ele passa o tempo todo correndo, fugindo. Do que? Do que se convencionou chamar de vida adulta, responsabilidades. Mas ele não rompe com nada, ele só foge. É moderno pela imaturidade, infantilidade persistente. Afora Alain Resnais, a Nouvelle Vague parece ter uma certa saudade da infância. Gostaria de ver uma versão de Peter Pan filmada por Godard. Ou já existe e se chama Pierrot Le fou?

20091012

A DITADURA DA MODA
























Assim como nas ditaduras do século XX, a cultura e o progresso alcançados pela civilização convivia com um retorno ao absolutismo pela força militar e burocratica, a invenção e adaptação da maneira de vestir aos novos meios de produção e consumo era ditado por um senso comum que adaptava um padrão estético vigente? Assim?

20091007

CONCERTO PARA DOIS PIANOS E AEROPORTO

A seguinte situação ocorreu inesperadamente dias atrás na sala VIP do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo: de um lado, esperando um voo para a Bélgica, o pianista gaúcho Miguel Proença, convidado a abrir a edição 2009 do Festival de Saint-Truiden, pequena cidade a meio caminho entre Bruxelas e Antuérpia; de outro, aguardando sua hora de embarcar para os Estados Unidos, o maestro paulista João Carlos Martins, com apresentação marcada para o Lincoln Center, de Nova York, a convite do pianista americano de jazz Dave Brubeck. Entre ambos, um piano disponível no ambiente.


O resultado foi um concerto improvisado e gratuito, para alegria das cerca de 200 pessoas que circularam pelo local nas três horas em que ambos os pianistas se dividiram na interpretação de obras eruditas antigas e contemporâneas, brasileiras e estrangeiras. Antes de seus respectivos embarques – nos quais cada um voltaria a ser aplaudido de pé pelos passageiros –, Proença e Martins trocaram planos para uma futura apresentação conjunta em São Paulo, em que deverão predominar obras de autores nacionais como Heitor Villa-Lobos, Ernesto Nazareth e Tom Jobim


Fonte: Roger Lerina, ZH.

20091005

Personagens recolhidos das ruas.

Outubro, dia quente à espera de uma tromba dágua.
No meio da rua um carro está parado, dentro uma loira lixa as unhas, se lixando para o tráfego intenso.
Seu carro tem muitos adesivos, Intense produções, placa do CEARÁ.
Seu rumo, Porto alegre e o norte, Canoas, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Caxias, Lajes Argentina, Ceara?

Sozinha no carro, destemida nos seus óculos escuros.
Para pra abastecer. Paga com dinheiro, 100 reais, enche o tanque, com álcool

Seu sotaque denuncia, seu você denuncia.
O que.

20090912

80 80 80 80 PULP 80 80 80 80


PULP FRICTION SÁBADO - Com Astronauta Pinguim
É amigos e amigas, chegamos à edição 80, e só nesse caso seremos 80, com o mais do mesmo e inesquecível incansável e incoerente TRIO FRICTURA(LIO, RAFAS & DREGUS), com seu clube da luta particular entre discos, rocks, electros, cumbias, mambos e carimbós, PARA O SEU DELEITE.E no OX...ASTRONAUTA PINGUIM!!!Conhecido mundialmente pela versão instrumental de LUGAR DO CARALHO, é o rei do órgão elétrico, parceiro de Jupiter Maçã e de outros extraterrestres, vai ATERRISSAR na Pulp, com muita fumaça, mostrando o que acontece no espaço com o rock gaucho que é lançado na atmosfera.E para acalmar espíritos perdidos diante de tanta loucura, YOG MARS traz os bons e novos e velhos hits pra cantar e dançar até dizer "São 6 da manhã, pra onde vamos agora?".

20090826

Pulp

O Hitchcockiano TRIO FRICTURA (Lio, Drégus & Rafahell) aterrisa na pista do Cabaret do Beco pra mais uma festa salpicada com pedaços gostosos de muita disco, punk, rock, funk, pop, eletrônica e etnobeats. E Yog MARS, só com as clássicas (e novas) hit parades da véia Pulp guerrêra.
Sexta, 28/08, a partir das 23h. Ingressos no local a R$15, ou a R$10 na lista amiga (no site do beco203) .
Encore: PULP CABARET Djs TRIO FRICTURA (Lio, Drégus e Rafahell) e Yog MARS Sexta, 28/08, 23h R$15 (no local) ou R$10

20090815

Esse Hitchcock...

Tenho uma relação Janela indiscreta com a Vasco da Gama. Mas aprecio os passantes da rua e sua vida portátil de mochilas, sacolas de compras e cachorros no passeio. É mais um bucolismo do que voyeurismo, mas lembro sempre de uma vez, quando morava na Independência, fundos, uma vizinha que estava fazendo faxina de sutien, muito calor. Não pude deixar de reparar, principalmente quando ela foi limpar os vidros, e bem safada, se mostrou numa performance completa, lá no apartamento deveria estar tocando algo romântico. Como um pavão na gaiola, mesmo sem motivo, a gaiola não deixava outra coisa a fazer que mostrar a linda cauda empoada, no caso o corpo da vizinha. Deixei que terminasse a faxina, também eu dissimulando um afazer doméstico, organizar livros, ao ponto de não deixa-la constrangida ao perceber que fazia de fato um show, e nem que eu estivesse totalmente alheio e indiferente aquela cena inesquecível de um fim de tarde qualquer.

20090814

Jazzin' Rollin

















A pista do Ox, na Pulp do último sábado, dia 08/08, foi tomada por trompetes, clarinetes e saxes de puro swing e ritmo, sofisticando a dança de todos. Antes de começar a tocar já havia notado a presença e expectativa de algumas pessoas no Ox, que aos poucos foi enchendo. Pude ver a diversão fluir pelo puro sentimento jazz, que é diferente de cantar velhos hits, novas batidas, tem um charme único. Claro que a festa Kiss My jazz trouxe um pouco disso, mas acabou, e agora é esperar ver onde vou repetir essa bola dentro que foi acreditar no Jazz.

20090731

O Clube de Jazz de Porto Alegre


Nos anos 80/90 nem tudo era Ocidente em Porto Alegre, ou Garagem Hermética. Um porão misterioso nos salvava da escravidão da contemporaneidade, soprando e martelando JAZZ nos ouvidos de uma turma tão curiosa quanto eclética que frequentava o Clube de Jazz TAKE FIVE, da Ivone Pacheco. Eu fazia parte do bando jovem, que às vezes atrapalhava com gritos e fumaças a concentração dos mais velhos, mas assim como eles, aos poucos me hipnotizava. Foi a primeira vez que toquei em um baixo acústico, substituindo o famoso Marião. A liberdade do jazz disfarçou minha ignorância dos clássicos. Achei esse texto que ilustra um pouco mais esse saudável, generoso e claro, fino, muito fino ambiente.

por Rogério Ratner


Numa ampla casa localizada no bairro Bela Vista (cujo endereço certo eu nunca lembrava, sabia ir somente na base do “duas ruas à esquerda, uma à direita”) funcionava, nos anos 80, o Clube de Jazz de Porto Alegre (Take Five). Embora o nome fosse pomposo, e presumisse a existência de sócios e burocracias, na verdade tratava-se de um dos programas mais legais e democráticos que havia na cidade para quem curtia boa música, e era despido de qualquer formalidade. Na verdade, tratava-se do porão da casa da Dona Ivone Pacheco, a Grande Dama do Jazz de Porto Alegre, que, de forma super generosa (e diríamos hoje, até algo imprudente) permitia acesso livre ao pátio de sua residência, sendo que o portão da frente ficava apenas encostado, sem sequer um porteiro para fazer uma “triagem nos elementos”. De fato, para ingressar no recinto bastava saber o endereço e abrir a maçaneta do portão, sem pagar ingresso, mostrar documentos, nem nada. Felizmente, ao menos nas vezes em que fui lá, não apareceu nenhum ladrão ou vândalo disfarçado de fã do bebop, o que hoje em dia possivelmente fosse quase um milagre. O endereço, logicamente, não era divulgado publicamente, sob pena de inviabilizar o funcionamento, já que o recinto onde o pessoal tocava era pequeno. Assim, o espaço era divulgado apenas na base da propaganda “boca a boca”, de forma que geralmente se ficava sabendo onde era e quando ia rolar pela dica de algum amigo que já fora lá. Não lembro ao certo quem me deu a dica, mas certamente ou foi o Auriu Irigoite, ou o Henrique Wendhausen ou o Glei Soares, e talvez todos ao mesmo tempo. Levado por estes amigos é que conheci o lugar. A função ocorria apenas na noite de sábado (ou será que era na sexta?), por volta da meia-noite (round midnight, naturalmente), e entrava madrugada a dentro, até de manhã.
O Clube, em realidade, consistia em um verdadeiro sarau, um palco livre, no qual rolavam várias jam sessions, tão próprias do universo jazzístico. É verdade que o palco não era assim tão livre, uma vez que para ocupá-lo o “candidato” devia “mandar bem” no ritmo americano, em qualquer de suas matizes - o que permitia, obviamente, que a coisa às vezes fosse até para o lado da bossa nova e da música instrumental brasileira, mas isto eventualmente -, e definitivamente não era lugar para “bicões”. E, naturalmente, este atributo não era para qualquer um, diante das conhecidas complexidades deste ritmo norte-americano. Havia atrações que eram praticamente “fixas”, ou seja, um pessoal que normalmente sempre ia lá e se apresentava em todas as “reuniões”. Lembro do grande pianista Marcos Ungaretti (que não podia sair de lá sem tocar o “Take Five”, de Dave Brubeck, que, como já adiantamos, apelidava o local), do cantor Richard Emunds (que, além de cantar jazz, interpretava clássicos da Chanson Française), do grande baixista Mário Carvalho (Marião), da pianista Karina Donida, do saxofonista Marcelo Figueiredo, do pessoal da Arqui Jazz Band e da Contraste Combo, que eram especializados no diexieland e nos estilos tradicionais dos anos 20, além, é claro, da própria Dona Ivone ao piano, que sempre nos brindava com suas performances, entre vários outros. E era sempre muito legal ver este pessoal tocar. Mas, naturalmente, a cada “reunião” havia algumas atrações novas e “avulsas” ou “bissextas”. Uma vez vi tocar lá o Professor Menotti, que, na época, já era um senhor de idade. Tratava-se de um dos maiores músicos gaúchos de todos os tempos, ligado ao pessoal da velha boemia da noite portoalegrense. Não sei se ele ainda vive, mas era um fenômeno, tanto ao violão quanto ao piano. Tocando sozinho, ele magnetizava a platéia com o seu domínio harmônico e melódico, era um verdadeiro mestre. Enfim, eram inúmeros os músicos (cantores e instrumentistas) que davam a sua canja no local, que geralmente era freqüentado mesmo preponderantemente por músicos que estavam a fim de conhecer mais sobre o jazz e curtir os improvisos que rolavam. Eu, naturalmente, nunca me aventurei a sequer chegar perto do palco, por razões óbvias.
É indiscutível o fato de que o Clube de Jazz da Dona Ivone Pacheco foi fundamental para a difusão deste tipo de música na capital gaúcha nos anos 80, ainda mais considerando que o público em geral, mesmo o apreciador de música, e da boa, tinha pouco acesso a este estilo. À época - em que ainda não havia o CD, e, obviamente, não existia internet e muito menos MP3 -, os LPs de jazz eram caríssimos, a exemplo dos discos de música erudita, o que dificultava sobremaneira o conhecimento deste ritmo maravilhoso, principalmente por gente como eu e os meus amigos, então estudantes totalmente “duros” e “sem-ter-onde-cair-morto”. Como o jazz não era presença muito freqüente no dial portoalegrense daquela época (diferentemente de agora, em que contamos, por exemplo, com o programa extraordinário do jornalista e crítico musical Paulo Moreira, tremendo especialista no assunto, Sessão Jazz, que rola à noite na FM Cultura ), pode-se dimensionar a importância de um espaço como este. Neste sentido, a generosidade desmedida de Dona Ivone verdadeiramente abriu uma janela em nossos horizontes, contribuindo em muito para o aprimoramento dos conhecimentos musicais e apuração do gosto estético, que nos torna tributários de uma dívida imensurável em relação a ela. Tenho certeza que todos os freqüentadores, fossem músicos ou não, tenham tocado lá ou não, devem ter a mesma visão a respeito da importância do Clube para a difusão do jazz em Porto Alegre, e agradecem pelo maravilhoso trabalho “pedagógico” e, ao mesmo tempo, “lúdico”, de Dona Ivone.
É curioso que uma vez, quando apresentei-me no Foyer do Theatro São Pedro, no projeto Blue Jazz, cantando standards do jazz americano (isto lá por 93 ou 94, vários anos depois de minhas visitas ao clube), ao final do show a Dona Ivone veio falar comigo, com sua simpatia e gentileza inatas, dizendo que tinha gostado muito, que era muito legal alguém fazer aquele repertório em POA, etc. Como era final de show e havia mais pessoas que queriam falar comigo, só tive tempo de agradecê-la pelo carinho e estímulo. Depois me dei conta que devia ter dito a ela que, na verdade, ela era responsável direta pelo trabalho que eu estava fazendo à época, pois foi através de minhas visitas ao seu famoso Clube que se corporificou a minha admiração pelo jazz. Muito obrigado, Dona Ivone.

20090729

Alfa em Jazz

Conversando com minha garota, falando que hoje se dividem pessoas em Alfa, Betas e mainstream, sendo as primeiras produtoras e fonte de referência, os segundos são disseminadores do conteúdo dos primeiros e os terceiros consomem o que todos consomem(e podem).
E que na vida a gente tem que ser alfa em alguma coisa, beta em várias e um pouco de mainstream pra relaxar.
Se fosse escolher uma só coisa pra ser alfa, seria o jazz.
O Jazz junta meu interesse por música, é a evolução máxima de um gênero popular, o Blues, em direção a uma forma de arte, além de ótimo entretenimento. Também é cinema, trilha pra todos estados de espírito e histórias, alem de estar presente em grandes filmes como o Ascensor para o Cadafalso, de Alan Resnais. E também é muito fetiche, grandes nomes, compositores e interpretes "deuses" de um ou mais estilos, uma variedade de histórias tristes e engraçadas, mas sobretudo heróicas, de gente que em busca da melhor música, fazia literalmente de tudo, pra siar do mundo com uma coleção de obras primas.
Antes de tudo é bom escolher uma coisa para se aprofundar e que ao mesmo tempo emocione muito, não?

Assim, estou lendo a História social do Jazz, Do Eric Hobsbaw, compedio da formação de um povo por e através do jazz. Assistindo uma série de dvds da Gnt só sobre Jazz, e tirando o pó de meus vinis, rasgando com agulha nova, emoções sonolentas.

Deixo-vos com o sublime: Miles Davis e John Coltrane em So What, gravação de 64.
 

20090710

Pulp Sábado - VIve La France

Porque a França não é só Airbus.

E a gente adora música francesa, cinema francês, champagne, perfume francês, filósofo francês e Serge Gainsburg.

Show de lançamento do disco da Les Responsables, a banda mais francesa fora da França no mundo!

Les Djs: Os 4 mosqueteiros(Rafahell, Lio, Dreguz e o Dartagnan, Yog Mars, no Ox)

20090707

Mini contos:http://www.ciudadseva.com/textos/cuentos/mini/minicuen.htm

Tranvía
[Minicuento. Texto completo]

Andrea Bocconi

Por fin. La desconocida subía siempre en aquella parada. "Amplia sonrisa, caderas anchas... una madre excelente para mis hijos", pensó. La saludó; ella respondió y retomó su lectura: culta, moderna.

Él se puso de mal humor: era muy conservador. ¿Por qué respondía a su saludo? Ni siquiera lo conocía.

Dudó. Ella bajó.

Se sintió divorciado: "¿Y los niños, con quién van a quedarse?"

FIN