Me passei muitas vezes, sendo confrontado com a seguinte pergunta(ou sugestão, ou apelo, dependendo da intensidade da relação conselheira): PORQUE NÃO FAZ UM BLOG?
Já tinha, da época que era o que tínhamos. Fui lá mas voltei.
Escrevendo eu posso respirar um pouco fora, botar pra fora esse fluxo absurdo e compulsivo de impulsos, que geram sentimentos. Tem que sair por algum lugar.
Me interessa desmistificar, me emocionar, cuidar e dividir. Arte, ciência, política, razão e emoção.
O espírito do tempo em diálogo com o passado, pra ajudar a enxergar um futuro.
Fique a vontade para discordar, sem dogmas e "como assim?", por favor.